AVISO!

Essa é apenas uma versão da minha obra, ainda não revisada. Alguns trechos serão alterados e personagens terão seus nomes também trocados! Desculpem qualquer erro de ortografia!

Da Origem a Criação

A muito tempo, existiu um grupo de guerreiros, amigos de diversas batalhas, que vagavam por uma terra distante chamada Nureaf. O feiticeiro Jon Balrok, uma criatura com aparência humana de 3,0m de altura e com asas de um dragão dourado, o clérigo Natan Stollen, um caçador de mortos-vivos, o guerreiro Henriko Askaban:, um antigo rei, machucado por ter perdido recentemente sua esposa e seu reinado, o feiticeiro Azengard: um homem misterioso e cheio de tatuagens que possuía um estranho dom sobre o líquido vital de todos os seres vivos, a maga Millena Strengten: uma linda mulher que antes fora dominada por um poderoso lich e por último, Feng Daimon um paladino meio-orc na esperança de que sua raça, pudesse viver entre os homens de igual para igual.
Para esse grupo, apenas uma coisa era certa. “O mal, jamais triunfaria enquanto ainda, este grupo estivesse de pé!” E por isso, eles vagavam por toda Nureaf em busca de qualquer força maléfica presente.
A busca pelo mal durara décadas. Por muitas vezes, o grupo esteve em seu limiar de força e esperança, e não podiam falhar. A busca pelo mal, levou o grupo para muitos lugares sequer imaginados por qualquer criatura e a descobrir outros mundos ainda não explorados. Certa vez, a caminhada os levou a um período de 10 anos à procura do mal. Essa busca não mais os levou a nada que representasse um verdadeiro mal. “Deverá o mal ter sido liquidado?”

A caravana de guerreiros, não escondia a fadiga e quando finalmente a noite caiu e eles resolveram pela primeira vez, descansar.

Logo a sua frente, avistaram um lago que refletia a lua cheia, dando uma iluminação natural e revelando um lugar feio, escuro e horripilante, além de exalar um forte odor de enxofre e carniças. Pela grande experiência adquirida nas batalhas contra o mal, todos já podiam sentir o perigo. O mal estava por perto.

Mantiveram-se em guarda.
Todos então, decidiram entrar no lago que com exceção, se mostrava divinamente límpido. Ainda não tinha se entregado às trevas.
Era ainda, algo não corrompido pela maldade, pela podridão. Seria bem provável que os deuses ali ainda possuíam uma forte influência.
Ao se banharem no lago, assim que voltaram a superfície, perceberam que tinham sido todos transportados para um outro lugar. Esse lugar era puro e vazio, além de uma imensidão de Montanhas verdes e pássaros voando sobre os vales ainda não tocados pelas criaturas que habitam Nureaf.

Naquele momento, ainda não podiam crer que estavam realmente em outro mundo, ou em outro plano. Para se certificar disso desviaram os olhares para o lago que ali ainda existia. Foi aí, que tudo voltou a normal. Aquela paisagem negra e violenta voltou a encher seus olhos de fogo e ódio contra as forças maléficas que provavelmente levaram um lugar tão belo a se transformar naquele inferno.
O lago, ainda era a única coisa viva que resistia naquele lugar. “Um milagre!”
Mas, perigos, ali naquela terra ainda não tinham visto. Foi então que, logo quando amanheceu, um nascer de dois sóis surpreenderam a todos, despertando de seus sonos depois de se alternarem na guarda enquanto os outros ainda dormiam.
Os sóis eram fortes.
Pareciam que brilhavam pela primeira vez. Ao redor do grupo, gramados apareceram onde não existiam na noite anterior.
Ah sim! Isso, eles tinham a certeza de que não existia realmente!
O solo era morto e grosso. Incomodava tanto que para dormir não podia nem sequer dispensar as suas armaduras.
Estava diferente.
Mas essa transformação não aconteceu em todo lugar, na verdade, aconteceu somente a alguns turvas.
Um dos integrantes chegou a afirmar que somente onde eles andaram é que brotaram as plantas. Decidiram permanecer ali por mais alguns dias até que vasculhassem toda aquela área e assim se certificando de sua tranqüilidade poderiam partir.
Sete dias se passaram e algo se confirmou. Por onde pelo menos, uma única vez, qualquer um dos integrantes por onde andassem fazia brotar as plantas e mudar completamente aquele ambiente conforme a sua vontade.
Algo tinha acontecido na semana que passou. E com certeza, aquela visão no lago foi responsável por essa mudança.

Eles tinham adquirido poderes divinos!
Davam a vida!
Faziam nascer plantas!
Montanhas eram movidas!
Deuses, agora todos eram!

Sobre o lago sagrado, foi erguido o que é hoje, o Castelo de Sfallow.
Askaban foi coroado rei e soberano desta nova terra.
Já havia passado um ano desde que chegaram aquelas terras e nunca haviam visto uma ameaça qualquer. Até aquele dia...
Uma legião de mortos vivos e aberrações sobrenaturais, invadiram os arredores do castelo, fazendo com que o antigo grupo de guerreiros enfrentasse mais uma vez uma guerra contra mal.
Mas as forças do mal já não tinham mais o conhecimento sobre os rivais que agora, eram divindades sagradas. E como Deuses, agiram como tal e dizimaram aquelas aberrações. Algumas regiões daquela terra que agora se chamara Sfallow, ainda permanecia afundada em trevas.
Ainda não haviam sido banhadas pelos raios gêmeos dos astros maiores, os dois irmãos que brilhavam em sinal de paz e esperança agora sobre o Castelo de Sfallow.
Jon Balrok, o Rei Askaban, Millena, Azengard, Feng e Natan resolveram percorrer aquela imensidão de terras à procura de criaturas inumanas e maléficas que cultuavam a destruição de toda e qualquer criatura que respirasse o ar puro trazido de volta aquelas terras pelos novos Deuses.

De forma divina, os seis deuses percorreram em poucos dias, mais de um milhão de kilôturvas exterminando todas as ameaças existentes e levando a luz as regiões que antes eram só trevas. Os seis deuses estavam tendo sucesso em sua empreitada pela paz e ordem até que descobriram... Millena, encontrou uma caverna em uma determinada área da nova terra e logo por meio de suas técnicas mágicas decidiu avisar aos companheiros que logo a atenderam.
Em segundo todos já estavam reunidos a frente dessa misteriosa caverna.
Todos entraram naquela caverna e uma batalha jamais presenciada havia começado.

Dentro da caverna, algumas dúvidas eram esclarecidas e outras continuavam ainda mais inexplicáveis. Foi então que encontram um rival de tamanho poder que ali os enfrentou. A batalha durou mil anos e passou por dez mundos.
Toda realidade foi exposta a tamanho poder que, como se podia imaginar, não agüentou.
Um colapso aconteceu! Uma espécie de paradoxo naquele plano.
Finalmente a luta chegou ao seu ápice e o Demônio foi derrotado.

Ao retornar para a superfície, um impacto súbito e um ódio profundo tomou conta dos Deuses vencedores.
Sfallow, novamente estava afundada em trevas e nem mais o castelo estava de pé. Uma legião de mortos vivos havia tomado conta da superfície de Sfallow.
Uma coisa, haveria de ser feita.

Os seis deuses agora, tinham de fazer algo que desse fim aquelas malditas criaturas das trevas e utilizando-se de seus novos poderes divinos invocaram uma magia capaz de cercar aquela área da caverna de onde os mortos saiam e assim evitando que invadissem novamente as novas terras de Sfallow que começaria a ser construída no raia dos sóis.
Uma área aproximadamente de mil kilôturvas foi selada e de lá as criaturas negras, jamais sairiam. E assim se deu origem a segunda mais antiga cidade de Sfallow, a cidade dos mortos, a cidade MAUSOLÉU.

“―Agora Sfallow será erguida e jamais as trevas retornarão!” – Assim disse Jon Balrok que abriu suas enormes asas douradas e alçou vôo e em voz alta recitou algumas palavras em idioma dracônico e diretamente do fundo de sua alma conjurou uma magia espetacular criando uma dimensão de terra que se transformaria futuramente em uma cidade flutuante.
Sua magia não criou apenas aquela nova terra, mas também um Portal feito e trabalhado em mármore e ouro que abrigaria a partir daquele dia um dos alicerces para que Sfallow continuasse eternamente protegida daquelas criaturas horrendas.
O grande e poderoso dos mortos havia sido aprisionado dentro de uma gema que foi logo dividida em quatro partes.
Com a ajuda de seus companheiros, Jon Balrok criou outros três portais baseando-se no primeiro e os espalhou nas outras direções ficando assim: um no Norte, outro no Sul, outro no Leste e outro em algum lugar do Oeste.
Esses portais levam a outros lugares aleatoriamente. Jamais será possível descobrir para qual lugar o portal aponta.
O mundo de Sfallow gira sem parar de alguma forma em um plano paralelo.
Se por acaso, umas das portas se fechar, uma catástrofe acontecerá. O mal seria libertado e a morte seria certa. Já que o inimigo estaria se preparando em sua dimensão solitária para uma vingança sem escrúpulos e devido a isso, o nome do mundo foi dado de SfallowGates ou seja, as Portas de Sfallow.
O Reino de Sfallow foi erguido e dessa vez nada mais causou problema algum. Os Deuses então se dividiram e saíram em busca de seus antigos sonhos que antes de se conhecerem eram seus principais objetivos com exceção de Askaban que permaneceu em Sfallow recebendo refugiados de outros mundos que de alguma forma eram guiados até Sfallow assim, dando início aos primeiros povoados de SfallowGates.

Muito tempo depois, o conhecimento de um novo mundo que tinha em sua descrição, “O Paraíso dos Deuses” visando que os deuses também viviam entre os mundanos. Fez crescer a cobiça e a ambição de inimigos inescrupulosos que trouxeram as guerras de volta a Sfallow.

Deuses e semideuses tentaram sobrepujar os Senhores de Sfallow e como se era de se esperar. Uma nova e impiedosa guerra teve início com origens jamais vista. Uma guerra de Deuses. Uma guerra sagrada. Era assim que eram chamadas pelo povo de Sfallow.

Novamente o Grupo de Jon Balrok, Millena, Natan, Azengard, Feng e do Rei Askaban foram os vitoriosos. Depois de tudo começar a voltar ao normal, eles decidiram viver em um outro plano. Um plano divino onde pudessem olhar e influenciar em SfallowGates quando necessário. Askaban apaixonou-se por uma linda mulher do povoado de Sfallow, casou-se com ela e teve oito filhos. Todos foram iguais ao pai e reinariam como verdadeiros reis.

Jon Balrok, tinha como objetivo fazer os dragões viver em harmonia com os humanos e outras raças. Sendo assim, ele retornou até Nureaf e trouxe consigo um filhote de cada tipo de dragão e os criou em uma ilha no Oeste de SfallowGates, que hoje fora chamada de a “Cidadela do Dragões”. Cidade que ainda é um mistério para todos.

Feng, criou a primeira cidade Orc de SfalowGates e finalmente, realizou seu sonho.
Homens, Elfos e Orcs vivem juntos e em harmonia naquela cidade. É claro que existe a diferença que de tempos em tempos, os levam a algumas brigas raciais, mas são coisas de alguns bêbados e mendigos.

Natan, ficou responsável pela segurança de SfallowGates mantendo MAUSOLÉU selada como sempre haverá de está.

Azengard, vive livre e desimpedido pelo mundo de SfallowGates, como sempre quis.


Já Millena, criou uma escola de magia que estuda única e exclusivamente as possessões e as criaturas Lich. Uma Ordem de seguidores foi criada pelo povo de SfallowGates, e templos foram erguidos para receber as divindades quando decidissem visitar as outras cidades.

Mas tudo já estava decidido!

Jon, Natan, Millena, Askaban, Azengard e Feng foram para outro plano e deixaram as terras de SfallowGates.
Uma legião de Clérigos poderosos, Druidas e Paladinos continuaram o trabalha de seus deuses e até hoje, acredita-se que eles ainda recebem ordens e sugestões diretamente das divindades.
Já se passaram 12 milhões de anos desde que SfallowGates foi criada e 3 mil anos desde que os deuses deixaram a terra.


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“―humm! Finalmente terminei.Gnfii..!!!” - Um gemido cansado e idoso. “―Ela adormeceu. Ora bolas... Hhihihi! É uma bela história, mas demorada. Mas difícil de contá-la é fazer com que os jovens de hoje acreditem nela. Eles acreditam apenas em suas fantasias. Vou me deitar. Quase me esqueci de que terei de retornar ao reino logo pelo início da manhã.” - Diz Pantoja, com uma voz cansada ao levantar-se da cama de sua neta Kimberly, onde acabara de contar a lenda da criação do mundo, escrita em um de seus livros antigos.
Kimberly sua neta, era fruto do casamento de sua única filha Lauristine com o Magistrado Ericle, que morreram misteriosamente quando partiam em uma viagem ao reino de Naraskuo-Shuo. A embarcação que levava o casal para as ilhas de Narask naufragou no mar dos lamentos sem nenhum motivo aparente. Custou muito até que Kimberly aceitasse a morte de seus pais. Eram muito apegados um ao outro. Kimberly, é muito bela. Seu rosto fino de pele rosada é suave como os de uma elfa, seus olhos azuis, lembram o céu logo quando os dois sóis se erguem sobre as montanhas e seus compridos cabelos loiros, eram lisos e tocavam o meio de suas costas. Embora completasse na quenite passada sua 18ª estação de flores, seu corpo tem a beleza exuberante de uma mulher formada com dotes preciosos sendo abençoada pelas ninfas de Collogriell. Ela também fora eleita a mais bela do reino em Adoromar, que uma vez por ano comemoram numa festividade tradicional “A Época do Queijo”.
Kimberly estuda história e botânica na escola elfica de Ancharion e somente visita seu avô nos finais de cada quenite.
Pantoja, é um homem sábio muito respeitado em toda todo reino de Ancharion. Há quem diga, que ele tem mais de 200 anos. Pantoja, é um grande conhecedor acima de tudo do plano celestial e presta consultoria as maiores autoridades de reinos diversos.
O Mago Pantoja “O Luz Branca”, assim, é conhecido no reino de Sfallow onde é líder do Conselho, e sempre no final de cada quenite regressa à Ancharion para rever sua neta.


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