“O familiar”
“―Nãoo!... Keny!! Não!!!!” - Kim, estava ainda desesperada desde a tarde do dia de ontem, quando Keny arriscara a sua vida para salvar a sua e a de Arthas, que devido ao ferimentos causados pela luta contra o dragão de Khor, ainda não havia despertado.
Luana e Dinist eram encarregados de contar o que houve até aquele momento que se depararam com a criatura e ainda em confortar Kim pelo sofrimento causado pela morte do namorado. Eram jovens. Kim sofria ainda mais, por não ter aproveitado mais aquele emoção de alegria nos momentos em que estivera com Keny. Se o tivesse dado-lhe a chance bem antes. Talvez, ainda estivessem juntos. Quem sabe, em outro lugar. Acreditava verdadeiramente que poderiam ser felizes. Não passava pela sua cabeça que o seu destino e o de Keny já estavam traçados.
“―Tudo bem. Descansem agora. E quanto ao Paladino?”
“―Senhora, ele ainda está inconsciente. Mas seus ferimentos já não sangram mais. E sua respiração já está normalizada. Creio que estará acordado já pela próxima manhã.”
“―Minha Deusa que nos ajude! Sei que veio de Sfallow, do templo do Deus Natan Stollen. Mas, para qual missão o fora enviado? Vamos ter de esperar, não nos resta mais nenhuma opção. Leonor! E quanto ao portão?”
“―Já estará novamente erguido antes do anoitecer.” - Informa a mulher de roupa colada ao corpo em tons avermelhados e um decote em “V” que lhe deixa valorizar os seios. Uma mini-saia que vai da cintura até a metade das grossas e musculosas coxas. Uma longa bota passa pelo seu joelho chegando perto da base da mini-saia que a separa da bota por pelo menos três dedos. Cabelos Longos e encaracolado, preso com rabo-de-cavalo deixando à mostras uma pequena e perfeita orelha pontiaguda em tamanho proporcional a sua cabeça. Um rosto elfico fino liso e suave. Belos olhos verdes e uma pela rosada. Leonor, tinha uma voz suave e encantadora. Armada com arco longo composta, cruzado as costas e com pelo menos 50 unidades de virotes; munição para o arco, resplandeciam com sua autoridade. Duas adagas de tamanho médio, eram presas ao seu cinturão preto e com fivela em formato de argola. Sobre a cabeça, usava uma tiara de prata; símbolo de sua autoridade.
“―Importante que isso seja possível. Estamos desprevenidos sem o portal se formos atacados pela aquele criatura novamente. Não poderei invocar o poder divino antes da próxima fase lunar.”
“―Senhora! Estaremos em nova fase lunar em mais dois dias.”
“―O certo seria: ainda nos faltam dois dias para a nova fase lunar. O que nos deixa dois dias sem poder suficiente, para intervir contra os ataques daquele monstro.”
“―Perdemos muitos soldados. Pelo menos, uns 250 homens; experientes de guerras.”
“―Leonor, e quanto a Êvan? Alguma notícia?”
“―Não, senhora. Nenhuma.”
“―Poderemos ter uma chance com Êvan do nosso lado.”
“―Mas senhora! Se permite uma pergunta! O que essa tal de Êvan tem de tão especial?”
“―Não é a tal. E sim, o tal. Êvan, não é uma pessoa qualquer. Nem mesmo, um guerreiro qualquer. Ele é um Feiticeiro muito poderoso e devoto venerável de nossa deusa. Sendo assim, ele foi concebido como clérigo da Deusa Millena a muito tempo atrás. Desde então, ele vaga pelas terras de Balmilnazfask em missão de paz, levando cura e prosperidade aos povos assolados pela destruição que o mal vem causando. Ele, é um Nepudêmio.”
“―Nepudêmio?! O que é isso?” - Leonor; autoridade chefe do templo e assistente geral de Niele, líder da Escola Necromântica. Pergunta ainda mais curiosa.
“―O Nepudêmio, é uma raça lendária e quase extinta, dotada de poder para interagir com os planos divinos. Diz a lenda. Que os nepudêmios, falam diretamente com as entidades maiores dos mundos pessoalmente em sua forma física e não astral. São como secretários. Quando falam com poder, eles conseguem se comunicar com o ser diretamente em idioma celestial. Ou seja, eles são capazes de falar com qualquer ser que tenha alma no idioma comum a elas. Não importando sua origem. Também dizem que os deuses quando querem, usam os nepudêmios para se comunicarem na terra incorporando neles para que não seja necessário vir aqui no nosso plano. Essa raça foi criada exclusivamente para atenteder aos deuses.”
“―PorMillena! Eles são abençoados.”
“―E, como. É por isso que essa raça, já está quase extinta. Pela ganância e inveja do homem.”
“―E como são esses nepudêmios? São como nós? Digo, fisicamente?”
“―Sim, Leonor. São exatamente como nós. Mas ao contrário de nós. Eles enxergam apenas a verdade de tudo. E é por isso, que não podem interagir sempre com as outras raças. Pois julgam tudo e todos. Enxergam com a maior clareza todas as coisas e todos as intenções. Eles são humanoides que possuem a pele que varia do cobre a platina Em alguns casos mais raros. Possuem asas de plumas brancas. Mas esses, já são aqueles mais próximos dos deuses. Eles, não vivem entre nós.”
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“―O que é aquilo?...”
Um homem vestido com um sobre-tudo subia as colinas em direção a Escola Necromântica, após ter avistado por duas, ou até três vezes, não se sabe ao certo, uma criatura alada com proporções dracônicas investindo em ataques contra o templo lá no alto. Diversas explosões e depois, o vôo de retirada da colossal criatura que abandona o campo de batalha em meio a nuvens expeças de fumaça.
“―A Escola está com problemas grav... Mas... O que...”
Êvan, percebe um corpo despencando do alto da colina em queda livre. Por pequenos instantes, aquele corpo brilhava em tons dourados, do branco ao amarelo. Como por sinal, haveria de fazer alguma coisa. Ainda não entendera o que estava acontecendo. Mas não podia deixar um irmão ter um fim assim, tão trágico.
Com um alto assovio, Êvan chama sua companheira que de um longo e alto rasante, pousa em seu braço direito.
Gliany, uma águia adulta branca com as penas da parte do pescoço em preto, características próprias das águias de Nullplear. Da Floresta Espelhada. Espécie rara e geralmente ofensiva daquela região.
Com a suam mão esquerda, Êvan acaricia as costas de sua ave... “―Furon leves esterp!” - Diz, Êvan terminando a carícia e jogando Gliany para o alto para que alçasse vôo. A ave segue na direção do corpo aparentemente sem vida de Keny, que apenas cai. A ave segue em sua direção e com suas garras, agarram o grande corpo de Keny. Algumas batidas ligeiras de asas e rodopio com o corpo de Keny que ameaça abrir os olhos mas desistindo logo depois.
Gliany deixa o corpo de Keny novamente no ar, que depois do toque da ave, começa a cair com a leveza de uma pluma. Êvan agora, parte na direção de Keny, se teleportando para muitos turvas abaixo na colina. E com apenas umas das mãos. Sustenta o corpo de Keny, fazendo com que toque levemente o chão. À sua frete, Gliany pousa e estufa robustamente o peito soltando um piá. O clérigo olha para o ponto de onde se teleportara e lamenta por ter de recomeçar a subir a colina. Mas, não antes de cuidar de seu irmão.
“―Ele ainda está vivo. Mas está muito ferido. Esses cortes... no peito... deve ter sido causado pela criatura. Eu tenho de chegar logo ao templo. Só lá, eu poderei ajudá-lo. Mas o pior, é que era o único pergaminho de teletransporte que eu tinha.”
Êvan decide não perder mais tempo. Se levanta novamente e estende suas duas mão, com as palmas voltadas para baixo, sobre o corpo de Keny.
“―Leveza é a minha sutileza. Fula Nourpert!”
Depois dessas palavras, o corpo de Keny levita até tocar nas palmas da mão de Êvan.
Sustentando com uma das mão apenas, Êvan usa a outra mão para manipular uma corda na cintura do jovem ferido com tamanha perícia. Tendo amarrado Keny com a corda, ele o deixa levitar livremente e o segura por uma corda como se fosse um balão. E assim, ele inicia novamente a subida até a Escola Necromântica.
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No castelo de Khor, em Mafler...
Um estrondo faz tremer toda a estrutura do castelo, deixando todos alarmados.
“―O que foi isso?” - Pergunta Julian “O Guerreiro de Sangue”.
Khor observa atento a paisagem extensa na janela. Segundos depois, se vira bruscamente para Julian e cruza seu caminho sem resposta alguma. Vlad acompanha Khor por todos os lados e juntos, cruzam o portal que os levam a um pátio suspenso no salão real. É quando, Vlad se sente inferiorizado à frente daquilo que jamais vira.
“―O que fizeram com você minha criança?” - Pergunta Khor a criatura de metal Dracal.
Julian cruza agora o portal e percebe que todo aquele estrondo fora causado por essa criatura enorme com forma de dragão totalmente fundida no mais puro adamantinum. Metal poderoso e indestrutível existente somente na região de Mafler. Ainda se perguntava, como essa “coisa”. Podia se mover sozinha, voar e até rosnar como um dragão de verdade. Magias. Isso realmente, ele não conhecia. Não sabia nem ao menos que poderia ser feito, com tanto poder. Julian, leva sua mão direita sobre o cabo de sua longa espada que por poucos centininos, não tocavam o chão.
“―O que houve majestade?”
Khor permanece, sem responder. E agora, quem fica sem resposta é Vlad.
“―Não quero mais perder tempo.” - Khor se vira para Vlad e Julian e depois de alguns instantes analisando sua criatura, ele finalmente responde. “―Julian! Prepare-se. Você vai partir ainda hoje para Ancharion. Quero que me traga a bela imediatamente, assim que que Dracal estiver atacando a Escola novamente. Parta para lá e fique na espreita. Dentro de poucos dias, concluiremos a segunda parte do plano. Quanto a você, Vlad! Vá e faça o que dever ser feito. Preciso de força máxima para confrontar o exercito de Askaban. Agora, saiam!”
Após terem recebido as ordens de Khor, eles acatam imediatamente e partem para realizarem seus afazeres. Khor, ainda se mantem próximo a criatura. Que solta enormes nuvens de fumaças da parte superior e inferior da cabeça. Sua escamas, parecem ter sido bastante golpeada por uma força descomunal que deixaram vestígios e amassos em toda estrutura metalizada do constructio.
Khor, ergue seus braço para o alto...
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“―Majestade!!” - Velazques é quem adentra a sala do trono trazendo consigo, notícias vindas diretamente e Ancharion. Capitão da guarda imperial, lutou por Henrico em diversas batalhas levando ordem aonde não existia. Vestindo uma armadura nas cores prata e azul com diversos ornamentos em branco e um grande símbolo com a cabeça de um unicórnio que parece sair de seu peito. Esta armadura cobria todo os seu corpo deixando apenas a cabeça descoberta deixando expostos cabelos castanhos jogados para trás e longas franjas saltando sobre os olhos. Uma longa espada embainhada numa bainha com ornamentos pretos que mais lembravam garras afiadas de esqueletos de animas felinos.
“―Majestade! Tenho aqui comigo uma mensagem da Senhora Niele, da Escola Necromântica. Recebemos agora por envio de magia. Pantoja, já está sabendo, pois foi ele quem me ordenou que contasse.”
“―hmm! Velazques! E onde está meu tio?”
“―Na sala do Conselho, majestade.”
Henrico levante-se de seu trono e segue em direção ao Salão do Conselho.
“―Venha comigo.”
“―Meus amigos. Não sei se poderei mantê-los por mais tempo seguros. Preciso que me apoiem e me diagm: o que devo fazer?”
“―Luz Branca! Como sempre, tens sido o mais leal dentre todos os que receberam o dom. O que deveria ter sido feito, já foi feito. Agora não nos cabe entender e sim, aceitar os fatos. O inimigo já profanou o templo. E a profecia teve a sua iniciação. Isto não mais lhe servirá guardado. Leve-o. Use-o no momento chave. Somente assim, teremos uma nova esperança. Nossos inimigos articulam e se fortalecem, enquanto viajamos pelas terras de Balmilnazfask. Nosso tempo neste lugar acabou. Um de nossos irmãos, está com o escolhido em seu braços neste momento. E nele, tens a chance de concretizar a profecia a nosso favor. Encontre-o.”
Por um longo período de tempo, Pantoja se mantém imóvel diante de uma moldura, presa à parede. Cinco homens de rostos lisos e suaves, com peles em fortes tonalidade de bronze, conversavam com ele. Eram os Nepudêmios. Estavam todos vestidos com pequenos pedaços de pano branco que cruzavam seus troncos da esquerda para a direita. Podia notar alguns descalços que vagavam pela imagem na moldura que funcionava como janela, ou um portal. Esse mesmo que vagavam se aproximavam dos outros irmãos, e pelo que parecia, sentavam-se em algum lugar para participarem do diálogo com o mago. Eldoriel, é quem estende a mão para fora da moldura e passa agora interagir com Pantoja, o entregando um objeto.
“―Esperem! Essa é parte que deixei a vocês para que pudessem proteger.”
“―Sim. E deve agora ir com você para concretizar a profecia. Aqui, seria questão de tempo, para que os nosso inimigos o achasse.”
“―Como? Eu li as escrituras. Sei o que vai acontecer se usarmos este artefato.”
“―Luz Branca. A vida de sua neta, a vida de seu sobrinho, a vida do escolhido. Enfim. A vida de todos nós está dependendo do que você vai achar certo de fazer em posse deste artefato. Não nos é permitidos falar claramente. Mas posso dizer-te, que leu as escrituras e as entendeu. Agora, é necessário que faça a sua parte nela. O escolhido. O mais forte de nossos irmãos. Está na hora dele nascer. Não deixe que ele siga para o lado oposto.”
Pantoja estende a mão retribuindo o gesto feito por Eldoriel e pega a parte do artefato que lhe entregara tempos atrás. A explicação do Nepudêmio não fora clara. Mas não era difícil de perceber o que deveria ser feito. Não deixaria, jamais, que esse artefato caísse em mãos erradas. Se tivesse que ser usado. Que fosse. Mas por ele. O Mago Pantoja “Luz Branca.”
“―Tio! Tio!!”
Pantoja desperta, como se sofrera um transe, assim que Henrico e Velazques entram em seu aposento no Conselho. Ele observa imediatamente a moldura com os Nepudêmios com medo de que fossem descobertos. Mas a moldura, ainda estava presa na parede como sempre esteve. Nela, somente um pedaço de pano branco e surrado. Novamente, estava como se fosse um quadro para anotações pessoais.
“―O que foi meu Tio?”
“―O senhor está bem, Pantoja?”
“―Ãh! Huh! S... Sim.” - Responde Pantoja, surpreso ao ser pego desprevenido, quando adentraram em seu aposento sua majestade e seu guarda imperial.
“―Mas o que está acontecendo? Por que entraram assim aqui?”
Pantoja se levanta, meio que sem compostura e tenta esconder o artefato que o fora entregue na sua túnica., de alguma forma.
“―Tio! O senhor sabe do que aconteceu com a Escola? E por que não me disse isso antes?”
“―Como você disse, majestade. Eu sei. Isso não quer dizer que eu sabia. Mas agora, o que temos de fazer, é: seguir para Okaiuris, imediatamente.”
“―O local foi atacado, Luz Branca.”
“―E será atacado novamente se não formos para lá ajudar.”
“―Levaremos algumas quenites até chegarmos lá com um batalhão de homens. E, já temos um exército a caminho.”
“―Chegaremos agora se formos com alguns homens apenas.”
“―Como assim meu tio?”
“―Velazques! Junte alguns de seus melhores homens que não seguiram com o exército. Os reúna no salão do conselho. Prepararei uma magia para nos levar a Okaiuris.”
Velazques, surpreso, desvia os olhos de Pantoja encarando surpreso sua majestade. Henrico, por sua vez, o encara e com um gesto com a cabeça, diz concordar com o mago. Sendo assim,Velazques parte para atender a Pantoja.
“―Então?... Também no meu reinado, Khor quis uma guerra.”
“―Assim, como na sua. Na do seu pai,seu avô, na do avô do seu avô... Khor sempre quis sobrepujar os lideres de Sfallow. Uma jura que fez a seu deus. Em troca de ser libertado daquela montanha que tem sido sua prisão desde de épocas antigas.”
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“―A sua alma.”
“―A minha alma?”
“―Sim. Precisamos que você nos entregue. Antes que o inimigo se aposse dela.”
“―Isso quer dizer: que eu não vou mais acordar?”
“―Meu caro Keny! Você irá acordar mais uma vez sim. Só temos de ter certeza que será do nosso lado.”
“―Para o seu e principalmente do nosso bem. Isso inclui, o mundo que vivemos hoje.”
Keny, se vê sentado numa rocha e rodeado por criaturas iguais a seres humanos e com as mais variedades de tamanho.
Alguns, possuem peles em tons dourados. Outros, peles que variam da prata ao cobre. Todos ali. Estavam assistindo. Parecia que ele era a atração na ocasião. Ele, estava em mundo estranho. E não, aquelas criaturas.
“―Até quando, eu ficarei aqui?”
“―Até alguém invocar você.” - Uma criatura envolto com um manto branco ornamentado com símbolos. Com aproximadamente três turvas de altura. Humana e com asas enormes de penas e plumas brancas. Respondia a todas as perguntas de Keny em forma de espectro num lugar bonito e florido. Um enorme jardim, onde existia uma espécie de chafariz que jorrava água incessantemente. Nas suas costas, uma enorme multidão de criaturas da mesma espécie daquela que dialogava consigo. Atrás delas, podia ver um enorme templo de mármore com enormes pilares erguidos aos céus onde, não era possível enxergar o fim deles. Sim. Ele estava morto. Podia sentir. Aquele lugar ela lindo. Não votaria. Não queria. Mas sentia que precisava. Mas não podia.
“―Você, deve esperar que decidam o seu destino. Infelizmente, deve ser assim com o escolhido dos deuses. Temos de torcer para que o nosso irmão, consiga efetuar o ritual. Assim, teremos mais uma chance de que você, seja nosso aliado.”
“―Devemos esperar e torcer.”
“―Mas... Pelo que você me contou. Somente se Pantoja, ler o artefato restaurado, eu irei voltar. Mas, se os nosso inimigos lerem primeiro. Eu serei inimigo e responsável pela destruição do mundo. Eu não quero isso!” Que chance ainda teremos?
“―O irmão, perto dos deuses que vive na terra. Ele sabe o que fazer. É preciso que ele consiga achar a armadura e a arma de Balmilnazfask. Se ele achar e conseguir vesti-la em seu corpo. Sua alma será protegida pelas mãos dos deuses. E você não será corrompido. Voltará em seu corpo natural. Mas um mal, poderoso, irá no seu lugar para o lado negro. Mas antes esse mal do que você.”
“―Eu não entendo. O que eu tenho de tão especial? Se isso é uma profecia. Por que ainda temos alguma chance se acharem essa tal armadura? Nada pode mudar uma profecia.”
“―Somente, quem escreveu a profecia, pode desfazê-la. E sobre, o que você tem de especial para ser o escolhido? É que você é um de nós. Você, foi enviado a uma família para ser criado em Balmilnazfask, como um deles.Você, não é somente carne e osso. Dentro de você, possui uma luz que fora escondida a tempos atrás. Essa luz, foi profetizada. Diziam que da sua luz, uma nova comunidade dos deuses surgiria nesta terra. E a protegeriam. Existe um mal que está para ser libertado. E só você e a vida que você irá germinar na terra, será capaz de lutar contra esse mal. Será através de você, meu irmão. Que novos irmãos surgirão em Balmilnazfask. Você, será o primeiro da nova era. Por isso, temos de esperar.”
“―OK...! Fazer o que, né?!...”
- continua -
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Derley Hassen
SfallowGates
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